Programa Gentileza começa a tomar forma na cidade

Dois homens e duas mulheres, uma delas com quadro nas mãos. Foto: Rodrigo Clemente/PBH

Programa Gentileza começa a tomar forma na cidade

06/09/2017 | 19:10 | atualizado em 12/09/2017 | 16:42

Na tarde desta quarta-feira, dia 6, os artistas Hely Costa e Ataíde Miranda apresentaram ao prefeito Alexandre Kalil e à primeira-dama Ana Laender os esboços de duas grandes intervenções de grafite que serão feitas, no fim deste mês, em dois locais diferentes de Belo Horizonte.

 

Nos dias 23 e 24, um coletivo coordenado por Gabriela Meirelles, formado pelos artistas Nilo Zack, Ataíde Miranda, Hely Costa, Arthur Ribeiro, Fhero, Nika, Michel Testa, Carol, Tão, Rodrigo Scalabrini, Gud Assis e John Viana, realizará uma intervenção em um muro de aproximadamente 50 metros na rua Silvianópolis, no bairro Santa Tereza, entre as ruas Pirite e São Gotardo.

 

Os artistas receberam a autorização para as intervenções das mãos de Ana Laender. A obra coletiva terá como tema a história e as características culturais do Santa Tereza, tradicional bairro da regional Leste da capital.

 

Na última quinzena de setembro, Hely Costa, Ataíde Miranda e Nilo Zack vão grafitar o muro de contenção do viaduto Moçambique, no bairro Cachoeirinha, entre as ruas Paranaíba e dos Operários.

 

“Faremos o mural na encosta do viaduto com material próprio. Será nosso presente para a cidade. Intervenções como essa servem para valorizar os artistas urbanos, para agregar valor à comunidade e também estreitam e melhoram o diálogo desses artistas com a Prefeitura. No viaduto Moçambique, usaremos referências históricas e culturais vinculadas a Belo Horizonte”, disse Hely Costa.

 

Já para Ataíde Miranda, o grafite tem o poder de levar o colorido aos espaços públicos da capital. “A arte, além de embelezar os espaços, transforma-se em um marco histórico. A valorização que a Prefeitura dá ao grafite e à arte urbana se reflete nessas intervenções”, afirmou.

 

Programa Gentileza

Idealizadora do Programa Gentileza, Ana Laender lembrou que a formatação de parcerias entre a Prefeitura e os artistas é primordial para que mais espaços públicos de Belo Horizonte sejam ocupados com iniciativas como as intervenções dos grafiteiros.

 

“O grafite e o muralismo já começaram a mudar a cena urbana de Belo Horizonte. Painéis como os que serão feitos no viaduto Moçambique e no bairro Santa Tereza são sementes de ótimas ideias culturais que só tendem a se multiplicar pela cidade. A ocupação dos espaços com o grafite traz a beleza da arte, a poesia ilustrada e o incentivo para que os moradores de Belo Horizonte encontrem ali um local agradável de permanência e convivência”, afirmou Ana Laender.

 

Os murais a serem feitos nos bairros Cachoeirinha e Santa Tereza são iniciativas que estão inseridas no Gentileza, que é uma resposta afirmativa da Prefeitura de Belo Horizonte, de fomento e valorização das artes visuais.

 

Além do apoio a iniciativas dos artistas urbanos, o Programa Gentileza, que vai englobar ações de diversas áreas, também prevê a publicação de um edital por meio da recém criada Secretaria Municipal de Cultura, que vai estimular a arte urbana em diversos espaços da cidade.

Fonte: prefeitura.pbh.gov.br/noticias/programa-gentileza-comeca-tomar-forma-na-cidade

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